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Álbum digital / CD

Ciclo Portinari e Outras Telas Sonoras

2015

Da amizade entre João Cândido Portinari e João Guilherme Ripper nasceu o projeto Ciclo Portinari e Outras Telas Sonoras, que chega agora ao CD, produzido pela Zucca Produções, com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro e distribuição da Biscoito Fino.   O álbum apresenta poemas – alguns inéditos – … Continue lendo Ciclo Portinari e Outras Telas Sonoras +LEIA MAIS

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Descrição

Da amizade entre João Cândido Portinari e João Guilherme Ripper nasceu o projeto Ciclo Portinari e Outras Telas Sonoras, que chega agora ao CD, produzido pela Zucca Produções, com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro e distribuição da Biscoito Fino.

 

O álbum apresenta poemas – alguns inéditos – do pintor Cândido Portinari musicados por Ripper para piano e voz.O compositor apresentará o espetáculo, baseado no CD, dia 11 demarço, às 19h, dentro do projeto “Quartas Clássicas”, no Espaço BNDES, no centro, com entrada franca.

 

Cândido Portinari (1903-1962), um dos maiores pintores brasileiros, era um poeta bissexto que chamava seus poemas de “escritos”, que só foram publicados uma vez, em 1964. Quando João Cândido mostrou os originais para Ripper, este se encantou com a obra e criou oito peças gerando assim músicas com textos absolutamente desconhecidos escritos pelo pintor.

 

As obras são interpretadas no CD por Gabriella Pace (soprano) – vencedora do Prêmio Carlos Gomes 2010 como melhor cantora solista – , Luiza Francesconi (mezzosoprano) – que tem no repertório operístico peças importantes como OrfeoedEuridice e La Cenerentola–, acompanhadas pelo piano de Priscila Bomfim, portuguesa com intenso trabalho como camerista e correpetidora.

 

Além do “Ciclo Portinari”, o CD traz “Cine Suite” (composições para piano) e “Outras Telas Sonoras” (composições para piano e voz).

 

“Cine-suite”, escrita em 2010, é uma série de quatro peças para piano que sugerem a música incidental para cenas do cinema italiano, americano, francês e suas comédias mudas. Não se referem a filmes específicos, mas sim a estilos de trilhas sonoras, sempre com uma abordagem bem-humorada, como o acompanhamento de filme mudo da última parte.

 

Em “Outras Telas Sonoras”, “Rio Desvelo”, com poesia de Ripper, retrata um marujo de uma nau do século XVI em frente a um Rio de Janeiro atemporal. “Diga em quantas linhas” é uma ária da ópera “Domitila , escrita em 2000 sobre libreto do compositor baseado nas cartas de amor trocadas entre a Marquesa de Santos e o irrequieto imperador D. Pedro. “É preciso morrer” é ária de Anna, esposa do escritor Euclides da Cunha na ópera “Piedade”, de 2012. Por fim, em “Canção do porto”, de 1989, a música e poesia de Ripper retratam a eterna expectativa das mulheres pela volta de seus homens pescadores. Em 2010, “Canção do porto” ganhou uma versão instrumental de Felipe Portinho, apresentada pelo grupo de jazz Tutti.

Faixas
01. Só Nesse Quarto
Autoria: João Gilherme Ripper
Editora: Direto
02. As Viagens de Trem
Autoria: João Gilherme Ripper
Editora: Direto
03. Esperei-te Olhando a Lua
Autoria: João Gilherme Ripper
Editora: Direto
04. Se me Dessem uma Namorada
Autoria: João Gilherme Ripper
Editora: Direto
05. Oração para Denise
Autoria: João Gilherme Ripper
Editora: Direto
06. Eu a Vi
Autoria: João Gilherme Ripper
Editora: Direto
07. Concerto
Autoria: João Gilherme Ripper
Editora: Direto
08. Saí das Águas do Mar
Autoria: João Gilherme Ripper
Editora: Direto
09. Cine Suíte I
Autoria: João Gilherme Ripper
Editora: Direto
10. Cine Suíte II
Autoria: João Gilherme Ripper
Editora: Direto
11. Cine Suíte III
Autoria: João Gilherme Ripper
Editora: Direto
12. Cine Suíte IV
Autoria: João Gilherme Ripper
Editora: Direto
13. Canção do Porto
Autoria: João Gilherme Ripper
Editora: Direto
14. Rio Desvelo
Autoria: João Gilherme Ripper
Editora: Direto
15. Diga em Quantas Linhas (Ária da Ópera Domitila)
Autoria: João Gilherme Ripper
Editora: Direto
16. É Preciso Morrer (Ária da Ópera Piedade)
Autoria: João Gilherme Ripper
Editora: Direto